sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Manhêeeeee...

     Mais uma sexta! Chegou tão rápido né?
     Um monge budista chamado Tchich Nhat uma vez falou, "a vida é tão curta que deveríamos nos mover mais devagar". Então aconselho você a curtir vagarosamente seu final de semana, seus amigos, os momentos, os sabores, os cheiros e principalmente a sua... mãe!
     A pessoa que esperou nove meses ansiosamente para ouvir seu primeiro choro, te pegar no colo e falar toda orgulhosa: Esse é o meu filho!
     Mãe obrigado por estar aqui comigo e fazer os meus dias mais felizes! Semana passada agradeci meu pai pelas broncas e conselhos, mas com a senhora é diferente. Nunca escutei muito o que você falava, sempre começava pelos gritos, então ao invés de agradecer aos conselhos agradeço pelas peias! Estranho né?! Mas é isso mesmo.
     Você sempre foi melhor nessa área, melhor quando as palavras não funcionavam, melhor em fazer. Você era a que batia, porque também é a que passa a mão na cabeça, a que traz o remédio! Ao te abraçar lembro o gosto da minha infância, lembro de quando você balançava a rede e cantava cantigas de ninar.
     Apesar das circunstâncias terem mudado, você continua com esse dom de me acalmar, e olhe que não é fácil! Acho que herdei a racionalidade do meu pai e o seu emocional ao mesmo tempo. É difícil ser tão racional e tão emocional. Obrigado por me suportar quando eu não me suporto, obrigado por me amar quando eu não me amo, obrigado por estar comigo quando nem eu mesmo estou do meu lado, obrigado por ser minha MÃE!


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